
Haverá na vida um sentido?
Tantas vezes a turbulência dos pensamentos nos assombra, um inconstante ondular de sentimentos que por nós passa… Um vaguear pelo certo e o errado, onde os nosso erros são pesadelos que assombram as mentes dementes de cada um.
Permaneço, neste vazio de quatro paredes, imaginando o sensual e arbitrário ondular desse extenso aglomerado de lágrimas…
Salpicos desse choro que um dia com ele partilhei, continuam selados em meu rosto e no auge da melancolia sinto esse companheirismo eterno… Essa fúria, raiva… Esse desespero de abraçar cada pedaço de areia que tanto ama, esses invulgares e grotescos movimentos tecidos pela saudade de abraçar a costa…
És parte de mim… Esse lado mais demente, inconstante… És parte de mim… Aceita-me… Recolhe cada lágrima minha…
A vida passa por mim… Pergunto-lhe o seu rumo… e ela segue cruelmente… Abandona-me…
Tantas vezes a turbulência dos pensamentos nos assombra, um inconstante ondular de sentimentos que por nós passa… Um vaguear pelo certo e o errado, onde os nosso erros são pesadelos que assombram as mentes dementes de cada um.
Permaneço, neste vazio de quatro paredes, imaginando o sensual e arbitrário ondular desse extenso aglomerado de lágrimas…
Salpicos desse choro que um dia com ele partilhei, continuam selados em meu rosto e no auge da melancolia sinto esse companheirismo eterno… Essa fúria, raiva… Esse desespero de abraçar cada pedaço de areia que tanto ama, esses invulgares e grotescos movimentos tecidos pela saudade de abraçar a costa…
És parte de mim… Esse lado mais demente, inconstante… És parte de mim… Aceita-me… Recolhe cada lágrima minha…
A vida passa por mim… Pergunto-lhe o seu rumo… e ela segue cruelmente… Abandona-me…
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