
Num requinte soturno, rejeitas o meu presente… Entregue em bandeja de ouro, com todos os segredos que guardava.
Desdenhado por ventres alheios, famintos deste sentir … Lampejos de um ardor intenso que me consumia na chama desse paraíso que findou…
Teu sopro, é agora o mais ténue chamamento… Escondeste nesse recanto por ti criado onde nem sempre me é permitido entrar. Sou folha amarela em tempo de Outono nesse teu tronco adormecido…
Por onde andarás, minha perdição?
Teu corpo permanece a meu lado… Tua alma…?
Deixa-me senti-la e traz contigo o requintado presente que te dei…
Desdenhado por ventres alheios, famintos deste sentir … Lampejos de um ardor intenso que me consumia na chama desse paraíso que findou…
Teu sopro, é agora o mais ténue chamamento… Escondeste nesse recanto por ti criado onde nem sempre me é permitido entrar. Sou folha amarela em tempo de Outono nesse teu tronco adormecido…
Por onde andarás, minha perdição?
Teu corpo permanece a meu lado… Tua alma…?
Deixa-me senti-la e traz contigo o requintado presente que te dei…
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