05 janeiro 2014

Hoje...

Hoje... 
Penso em tanta coisa e não penso em nada, não sei se te fale dos outros, do tempo, do céu, da terra, das coisas ou das noites... 
Sim das noites, vou-te escrever das noites, dos dias, das horas, daqueles momentos começados quando te encontro e rapidamente adiantados quando já não vejo a tua sombra.
Como é bonita a tua noite...
Nos teus intervalos, ao acaso sem âncora, vagueio no tempo, e o tempo esse vil traiçoeiro, vagueia e eu fico sem amparo.
Essas horas sem ti, são horas mortas, a minha alma expectante e serena agarra uma a uma todas as ilusões da tua presença, e assim em silêncio, a noite vasta e contínua...
caminha... 
caminha... 
alonga-se... 
e o dia acorda...
 na alma a esperança de ver o sol entrar sorrindo...

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