05 setembro 2005

Ser...

Ser uma coisa é ser objecto de uma atribuição. Pode ser falso dizer que uma árvore sente, que um rio corre, que um poente é magoado ou o mar calmo (azul pelo céu que não tem) é sorridente (pelo sol que lhe está fora). Mas igual erro é atribuir beleza a qualquer coisa. Igual erro é atribuir cor, forma, porventura até ser, a qualquer coisa. Este mar é água salgada. Este poente é começar a faltar a luz do sol nesta latitude e longitude. Tudo vem de fora e a mesma alma humana não é porventura mais que o raio de sol que brilha.

2 comentários:

indigo des urtigues disse...

Gosto muito da forma como escreves :)
Desconhecia essa tua faceta;)

Bjos

Calina disse...

Beeeeeem....... Nem sei que diga.
Essa tua capacidade p a escrita é estonteante.
Tu é mmo linda! :D

Bjos doces cheios de saudade na minha Paixão linda *****

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