17 setembro 2005

Passado...

Pela janela deste quarto vazio voam meus pensamentos ousados de poesia, amor, paixão... culpa;
as recordações doem com atitudes vingativas que se perdem no ar.
Lá fora, a paisagem enegrecida pela plenitude de meus pensamentos...
O amor confunde-se pela madrugada.
A nossa igualdade exterior atinge o auge na divergência de conteúdo, de sentimentos e explosões simultâneas de prazer... Pensar que no antes não haveria lugar para o nosso agora... Haverá lugar para o depois?
Seremos nós a inventá-lo, a construí-lo deitando por terra as fictícias imagens da antiquada moral e da ilusória virtude.
É na beleza dos nossos corpos que visualizamos o enorme sorriso de nossas almas, sedentas de um cantinho no mundo...

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