
Ainda recordas esses passos que demos outrora?
Sente que a brisa por ti passa, sente que a vida respira em ti…
Enquanto meu sopro não enfraquecer, terás em mim a tua juventude, pois com o requinte do teu olhar bebi por esse cálice sagrado as sábias palavras que guardo…
Recorto cada momento, cada suspiro e quando nessas complexas páginas paira a névoa e o desassossego de mim, respiro, escuto, revejo… És esse vulto intocável!
Delicadamente, ouso então, reservar-te esse paraíso em mim e em teu canto pincelo o sal das tuas lágrimas que não vi, a solidão desse ser que pressinto… Espero… O meu dia chegará…
Ocuparei também esse lugar?
Sente que a brisa por ti passa, sente que a vida respira em ti…
Enquanto meu sopro não enfraquecer, terás em mim a tua juventude, pois com o requinte do teu olhar bebi por esse cálice sagrado as sábias palavras que guardo…
Recorto cada momento, cada suspiro e quando nessas complexas páginas paira a névoa e o desassossego de mim, respiro, escuto, revejo… És esse vulto intocável!
Delicadamente, ouso então, reservar-te esse paraíso em mim e em teu canto pincelo o sal das tuas lágrimas que não vi, a solidão desse ser que pressinto… Espero… O meu dia chegará…
Ocuparei também esse lugar?