26 janeiro 2008

À tua imagem...



Ainda recordas esses passos que demos outrora?
Sente que a brisa por ti passa, sente que a vida respira em ti…
Enquanto meu sopro não enfraquecer, terás em mim a tua juventude, pois com o requinte do teu olhar bebi por esse cálice sagrado as sábias palavras que guardo…
Recorto cada momento, cada suspiro e quando nessas complexas páginas paira a névoa e o desassossego de mim, respiro, escuto, revejo… És esse vulto intocável!

Delicadamente, ouso então, reservar-te esse paraíso em mim e em teu canto pincelo o sal das tuas lágrimas que não vi, a solidão desse ser que pressinto… Espero… O meu dia chegará…
Ocuparei também esse lugar?

2 comentários:

disse...

A incerteza do amanha, do que pode vir ou não vir, do que é provável ou não, daquilo que desejamos e não passa disso mesmo, estas questões perseguem-nos sempre e sempre o perseguiram, como gostávamos de muitas vezes sermos nos próprios os donos do tempo, do amanha... mas o amanha continuará sempre uma incógnita, e nada podemos fazer contra ele...apenas lutar por aquilo em que acreditamos e ter força para cada dia pisar o próximo dia!

Bj*

Blueshell disse...

As palavras sábias são o alimento da alma.
beijosssssss
Bshell

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