
Ergue-te em ti mesma
Bebe de ti,
Alimenta-te do que te consome...
Serás teu único alimento...
O mundo gira, num frenezim alucinante... O vento urge como laminas que te trespassam nesse teu corpo imóvel à sua passagem... Nesse teu jazigo pessoal derramas os teus íntimos e insanes pensamentos e na tua solidão apodreces lentamente...
Teu único alimento serás...
Teu veneno mortal...
A tua solidão...
1 comentário:
A auto-determinação... da auto-regeneração do ser
.
.
.
morte lenta da nefasta rotina
.
.
bjo
Enviar um comentário