30 agosto 2005

Olhando


Assim sem esperar dou comigo novamente aqui, sentada, os meus dedos perto do teclado ganham vida e eu porque a liberdade existe nada faço…
Porque tu? Ainda não sei a resposta, mas quero que saibas que não odeio a regularidade das flores em canteiros. Odeio, porém, o emprego público das flores. Se os canteiros fossem em parques fechados, se as árvores crescessem sobre recantos feudais, se os bancos não tivessem alguém, haveria com que consolar-me na contemplação inútil dos jardins?
Mas há dias em que esta é a paisagem que me pertence, e em que entro como um figurante numa tragédia cómica. Nesses dias estou errada, mas, pelo menos em certo modo, sou mais feliz.

1 comentário:

Anónimo disse...

Ó Tia Maria, isto tá bonito... pronto, ker-se dizer... tá mt bonito... pronto, tá bem, tá lindo e espectacular... eheheheheh

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