Nos meus momentos de ausência, os meus amigos passeiam-se pelas vielas escuras do meu pensamento... conversam baixinho... sussurros silenciosos... de quem falarão?... certamente falam de mim... nem eu sei, como podem eles saber? Sinto o uivo a entrar pela janela entreaberta, desperta-me... que pena, preferia continuar a sonhar... sinto o pescoço pesado, dói-me, deve ser do peso da consciência, mas terei eu consciência? Provavelmente mais do que todos e menos que ninguém...
Acredito neste teu poema … “ausência”. Porquê? Tão necessitados éramos um do outro, não conseguíamos caminhar sozinhos, não comíamos, não respirávamos não, não … agora estamos a passear a nossa “ausência” nestas vielas! Quem diria … só nós!
2 comentários:
Acredito neste teu poema … “ausência”. Porquê?
Tão necessitados éramos um do outro, não conseguíamos caminhar sozinhos, não comíamos, não respirávamos não, não … agora estamos a passear a nossa “ausência” nestas vielas!
Quem diria … só nós!
Abraços
Neste momento já está actualizado o calendário da «fruteira»
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