
Sinto a luz da noite profunda, noite impossível sem estrelas, que torna o silêncio quase visível, a noite imensa tudo escurece...
Melancolia afunda a mágoa que me exaspera, negra a saudade que me devora, vivo dias inteiros sem primaveras, e as manhãs acordam sem a luz de aurora...
A saudade do futuro transforma a sombra em luz, a névoa em cor, o céu abre as alturas e recebo da lua a luz que me aquece, das nuvens a água que cai e torna a terra menos dura...
Quando te imagino, a linha do horizonte é um fio de asas, à tua volta pairam frementos de luz, teus olhos irradiam doces olhares que invadem a minha alma, numa carícia dolorida de saudade...
Melancolia afunda a mágoa que me exaspera, negra a saudade que me devora, vivo dias inteiros sem primaveras, e as manhãs acordam sem a luz de aurora...
A saudade do futuro transforma a sombra em luz, a névoa em cor, o céu abre as alturas e recebo da lua a luz que me aquece, das nuvens a água que cai e torna a terra menos dura...
Quando te imagino, a linha do horizonte é um fio de asas, à tua volta pairam frementos de luz, teus olhos irradiam doces olhares que invadem a minha alma, numa carícia dolorida de saudade...
e assim meus olhos tristes sorriem...
1 comentário:
Será?
Só o(a) poeta sente essa "saudade do futuro", essa melancolia pela perfeição que ainda não se atingiu...
Serão os olhos tristes?
Ou será simplesmente triste o olhar?
Porque é escura a noite?
Porque são coloridos os dias?
A beleza ( também o dizem ) não está nos olhos de quem a vê ?
Pois essa é a resposta...
Beija o sapo... ( o resto da história, é aquilo que cada um de nós quiser... )
Fica bem...
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