Sentir que a vida ora nos persegue ferozmente, ora nos foge por espaços vazios que deixamos ao abandono sem por vezes termos a percepção… Sentir o topo e a vitalidade em nós, a esperança de que o conquistado não seja somente mais uma quimera… E, de repente o castelo desaba e a rainha em que nos tornamos não passa do forasteiro afinal… Aquele recolhido nas suas próprias saudades e ilusões…
Assim é a conquista e o perder…. Assim… te perdi…!
1 comentário:
... e as pedras do castelo desabam sobre nós... e pensamos "mas fui eu que te constuí..."
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