Hoje convivi de perto com a morte... ou devo dizer o fim da vida? Todos concordamos que a vida revela-se ao mundo como uma alegria... podemos encontrar a alegria no jogo eternamente variado dos raios do sol e da lua... na música das vozes da natureza... na dança dos movimentos do vento... em todo o lado... será que podemos adiar a morte enquanto não desaparecer a alegria do coração do ser humano?
Alguém disse um dia, penso que foi Jacqueline Auriel, e eu subscrevo "Não é de morrer que tenho medo. É de não vencer."
